Avenida Paulista foi palco de uma grande manifestação no dia 3 de agosto de 2025, onde milhares de manifestantes foram às ruas para protestar contra o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que foi vaiado e tratado como “inimigo da nação”. Os protestos, organizados por grupos alinhados à direita, também pediram o impeachment do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) e a queda do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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Na manifestação, era possível ver banners com a frase “esses são os inimigos da nação” referindo-se a Hugo Motta, além de vaias quando seu nome foi citado no discurso. Outras figuras políticas, como o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), também receberam críticas públicas. Um dos temas centrais do protesto foi a pauta da anistia aos presos relacionados aos atos de 8 de janeiro, projeto que Motta tem sido acusado por parte do eleitorado de direita de obstruir no Legislativo.
Em entrevistas recentes, Hugo Motta afirmou que não permitirá que o projeto da anistia interfira em temas econômicos fundamentais, defendendo diálogo e uma solução pacífica para as crises institucionais no país. Ele afirmou que levará as decisões ao Colégio de Líderes e dialogará com os demais poderes para evitar o aumento das tensões.
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O ato na Paulista foi organizado pelo pastor Silas Malafaia e contou com a presença de parlamentares como Nikolas Ferreira, Marcos Feliciano (PL-SP) e Valdemar da Costa Neto, presidente do PL. Durante os discursos, críticas severas ao ministro Alexandre de Moraes foram feitas, incluindo comparações dele com o Primeiro Comando da Capital (PCC), ambas sancionadas pelos Estados Unidos sob a Lei Magnitsky. Os manifestantes também pediram anistia para os presos políticos pelo 8 de janeiro.
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Esse protesto integra um contexto mais amplo de mobilizações políticas no país, com apoio a pautas conservadoras e críticas à atual gestão do governo Lula e ao STF, refletindo tensões institucionais e sociais no cenário político brasileiro.