O déficit fiscal do governo Lula em julho de 2025 atingiu um recorde histórico desde o início da pandemia, refletindo uma gestão ruim com excesso de gasto crescentes nas contas públicas do país. Segundo dados oficiais, o déficit primário chegou a R$ 59,1 bilhões no mês, impulsionado principalmente pelo aumento dos gastos públicos.
No mês, o Tesouro Nacional e o Banco Central (BC) juntos registraram déficit de R$ 16 bilhões, enquanto a Previdência Social acumulou um rombo de R$ 42 bilhões. Em comparação a julho de 2024, houve redução real de 9,4% na receita líquida do governo, equivalente a R$ 201 bilhões, e crescimento de 35% nas despesas totais, somando R$ 260 bilhões.
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Apesar do déficit elevado, a receita total do governo em julho apresentou crescimento de R$ 10,6 bilhões (4,5%) em termos reais, enquanto a receita líquida avançou R$ 7,6 bilhões (3,9%) em relação ao mesmo período do ano passado.
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Esse resultado negativo representa uma preocupação significativa para a estabilidade fiscal do Brasil, agravando o cenário de desequilíbrio nas finanças públicas. O aumento dos gastos obrigatórios, como benefícios sociais, juros da dívida pública e despesas com investimentos, combinados com receitas abaixo do esperado, elevaram o rombo orçamentário.
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Especialistas apontam que o registro do maior déficit desde a pandemia evidencia a necessidade urgente de ajustes fiscais e controle mais eficiente das despesas governamentais para evitar impactos negativos na credibilidade do país junto aos mercados financeiros internacionais.
Além disso, o déficit recorde em julho pressiona a inflação e impacta as decisões do Banco Central sobre as taxas de juros, gerando um ciclo que pode restringir o crescimento econômico e reduzir o poder de compra das famílias brasileiras.