Parlamentares da CPMI do INSS levantaram suspeitas de que o Banco Master, de Daniel Vorcaro, esteja ligado ao roubo de até 9 milhões de aposentados e pensionistas, por meio de descontos associativos não autorizados. A denúncia pode se tornar um dos maiores escândalos financeiros da história recente do Brasil.
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Novos personagens no radar
A novidade deve provocar debates sobre a convocação de novos nomes para depor. Entre eles, Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente Lula (PT), que teria realizado “prospecção de negócios” em Portugal ao lado de empresários envolvidos na compra do Banco Master junto a investidores dos Emirados Árabes Unidos.
Mercado bilionário dos consignados
O Banco Master ganhou destaque na CPMI devido à sua forte participação no mercado bilionário de empréstimos consignados, setor que movimenta cifras gigantescas e afeta diretamente milhões de aposentados e pensionistas.
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Obstáculos à investigação
Apesar da aprovação da quebra de sigilos de Vorcaro e do Banco Master, o ministro Dias Toffoli, de forma irregular proibiu o acesso da CPMI aos documentos, o que gerou críticas entre parlamentares e especialistas e levantou suspeitas de blindagem.
O maior roubo da história?
Segundo o relator da CPMI, Alfredo Gaspar (União-AL), o esquema de consignados não autorizados pode ter causado prejuízos de até R$ 90 bilhões, configurando o maior roubo já registrado contra aposentados e pensionistas no país.
Digitais ilustres
Para políticos desconfiados, não seria surpresa se digitais do Palácio do Planalto aparecessem no caso do Banco Master, ampliando ainda mais a gravidade das suspeitas e o alcance das investigações.
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O escândalo do Banco Master, agora conectado às investigações da CPMI do INSS, expõe um possível roubo bilionário contra aposentados e abre espaço para a convocação de novos personagens políticos e empresariais. Com suspeitas que chegam até o entorno do Palácio do Planalto, o caso promete ser um dos mais explosivos da história recente, colocando em xeque a transparência do mercado de consignados e a imparcialidade das instituições.






