No dia 19 de janeiro de 2026, usuários de pelo menos 12 instituições financeiras enfrentaram dificuldades para realizar transferências via Pix, o sistema de pagamentos instantâneos mais usado no Brasil. Segundo o DownDetector, mais de 6 mil reclamações foram registradas até as 14h50, indicando que o problema atingiu todo o país.
O Que Aconteceu
- Bancos como Banco do Brasil, Caixa, Nubank, Santander, Bradesco, Inter, C6 Bank, Sicoob, PagSeguro e Stone foram impactados.
- A falha pareceu estar ligada à estrutura central do Pix, sob responsabilidade do Banco Central.
- Perto das 16h, os relatos caíram quase a zero, sinalizando normalização do serviço.
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Impacto Para Usuários e Empresas
A instabilidade gerou caos imediato:
- Pessoas não conseguiram pagar contas ou receber valores.
- Comerciantes ficaram sem alternativa para concluir vendas.
- Empresas que dependem de fluxo rápido de caixa tiveram prejuízos momentâneos.
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Como se Proteger em Situações de Instabilidade
- Tenha alternativas de pagamento: mantenha cartão de débito, crédito ou dinheiro em espécie como plano B.
- Use mais de uma instituição financeira: diversificar contas ajuda a reduzir riscos quando um banco enfrenta falhas.
- Acompanhe canais oficiais: siga comunicados do Banco Central e dos bancos para saber quando o serviço será restabelecido.
- Planeje pagamentos importantes: evite deixar transferências críticas para o último minuto.
- Monitore redes sociais e sites como DownDetector: eles ajudam a identificar se o problema é geral ou apenas na sua conta.
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O episódio mostra que, embora o Pix seja uma ferramenta revolucionária, a dependência exclusiva de um sistema sem plano B pode ser arriscada. Usuários e empresas precisam adotar estratégias de contingência para não ficarem reféns de falhas tecnológicas.








