Lula no NYT: crítica captura de Maduro pelos EUA

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Neste domingo 18, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou um artigo no The New York Times, posicionando-se contra a recente operação militar dos Estados Unidos na Venezuela que resultou na captura de seu amigo ditador Nicolás Maduro. Lula classificou o episódio como um “ataque direto à soberania sul-americana” e um “retrocesso perigoso na ordem internacional”.

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Crítica direta a Trump

Lula não poupou críticas ao presidente norte-americano Donald Trump, que prometeu ajudar na transição para a democracia na Venezuela enviando tropas se necessário. Para Lula, esse tipo de ação unilateral representa uma ameaça à estabilidade global e à cooperação entre nações. Ele defende que disputas devem ser resolvidas por meio do diálogo e da diplomacia, não pela força.

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Reconhecimento de Maduro e defesa da autodeterminação

Ao reconhecer o ditador Nicolás Maduro como presidente legítimo, Lula reforça a posição do Brasil de que o futuro da Venezuela deve ser decidido pelos próprios venezuelanos, sem interferência externa. Ele afirma que “somente juntos podemos superar os desafios que afligem um hemisfério que pertence a todos nós”.

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O que o artigo de Lula deixa claro

  • Lula deixa claro seu apoio ao ditador Nicolás Maduro que permaneceu no poder apesar de denúncias de fraude eleitoral e da ausência de transparência nas atas que deveriam comprovar sua vitória.
  • A oposição apresentou documentos e provas contestando os resultados, mas foi sistematicamente reprimida.
  • Milhões de venezuelanos já deixaram o país, em um dos maiores êxodos da história recente da América Latina, sinal claro de que a população não se sente representada.

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Ditadura não é soberania

Um regime que controla instituições, manipula eleições e persegue opositores não pode ser considerado soberano. Soberania verdadeira é quando o povo decide livremente quem governa. Se a maioria rejeita Maduro, então sua permanência no poder é uma violação direta da soberania popular.

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Soberania não é um escudo para ditadores. É o direito do povo de escolher, de se expressar e de viver sob um governo legítimo. Quando essa voz é sufocada, a soberania deixa de existir — e o mundo precisa reconhecer isso.

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Lucy Costa
Lucy Costa
Jornalista de generalidades.... Você gosta de meus conteúdos? Entre em contato; email: [email protected]
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