O presidente Donald Trump publicou um artigo no Wall Street Journal no sábado 30 de janeiro de 2026 sobre seu primeiro ano de mandato. Ele defendeu sua política de tarifas como o principal motor da recuperação econômica americana. Segundo ele, as medidas protecionistas implementadas desde janeiro de 2025 revitalizaram a indústria manufatureira, geraram bilhões em receita e repatriaram cadeias produtivas.
Donald J. Trump afirma que a aplicação de tarifas foi a medida decisiva para reerguer a economia e a indústria americanas. Segundo o texto, as tarifas protegeram fábricas, atraíram investimentos e restauraram empregos que haviam sido perdidos para a concorrência estrangeira.
Trump chama tarifas de “a maior invenção econômica desde a roda”, argumentando que restauraram soberania industrial dos EUA.
Argumentos Centrais do Artigo (WSJ)
Trump destacou resultados concretos de sua estratégia tarifária:
- Receita recorde: Tarifas geraram +US$ 200 bilhões em 2025, financiando cortes de impostos e infraestrutura.
- Empregos criados: 800 mil vagas na manufatura americana, superando projeções de recessão.
- PIB acima de 3%: Crescimento superou expectativas, com indústria crescendo 1-2% apesar de gargalos trabalhistas.
- Proteção contra dumping: China e concorrentes asiáticos perderam participação no mercado americano.
Impacto sobre a indústria e o emprego
Ele sustenta que, ao impor tarifas sobre produtos importados, o governo criou incentivos para que empresas trouxessem produção de volta aos Estados Unidos ou investissem em novas linhas de montagem no país. O resultado, segundo o editorial, foi um aumento de atividade manufatureira e a recuperação de postos de trabalho industriais.
Poder de negociação internacional
Trump argumenta que as tarifas serviram como ferramenta de barganha nas negociações comerciais. Ao elevar o custo de acesso ao mercado americano, os Estados Unidos teriam forçado parceiros e concorrentes a aceitar termos mais favoráveis, resultando em acordos que, na visão do autor, corrigiram desequilíbrios e protegeram interesses nacionais.
Resposta a previsões econômicas negativas
O texto aponta o erro dos economistas e críticos com previsões de que as tarifas levariam a recessão, inflação descontrolada ou colapso econômico. Em vez disso, os indicadores econômicos demonstram resiliência e crescimento, e que as medidas tarifárias contribuíram para esse desempenho.
VEJA: Moraes e dono do Banco Master apreciavam charutos e vinhos caros em sala secreta
Acesse as notícias que enriquecem seu dia em tempo real, do mercado econômico e de investimentos aos temas relevantes do Brasil e do mundo faça parte da lista Vip Clique aqui.
Efeitos sobre cadeias de suprimento e investimentos
Ele descreve mudanças nas cadeias globais de suprimento como consequência desejada das tarifas: empresas teriam reavaliado dependências externas e aumentado investimentos domésticos em tecnologia, infraestrutura e mão de obra qualificada. Isso é apresentado como parte de uma estratégia para fortalecer a autonomia produtiva dos EUA.
Trump conclui que as tarifas não foram um fim em si mesmas, mas um instrumento para restaurar a capacidade industrial e a segurança econômica do país. A peça finaliza defendendo a continuidade dessa política como meio de garantir empregos, competitividade e melhores termos comerciais para os Estados Unidos.








