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Abusos do ministro Toffoli da Suprema Corte no caso Banco Master determinam seu pedido de impeachment por senadores

lula toffoli e pimentel
Toffoli. Pimentel e Lula- Imagem STF
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Senadores contrários ao governo Lula protocolaram em 14 de janeiro de 2026 um pedido de impeachment contra o ministro Dias Toffoli, do STF, por sua atuação abusiva no caso Banco Master. Eles alegam crime de responsabilidade, com suspeição clara e conflito de interesses na condução das investigações.

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Contexto do caso Banco Master

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O Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, é alvo da operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que apura fraudes bilionárias na emissão de títulos de crédito. O prejuízo estimado chega a R$ 12 bilhões, com bloqueio de bens superiores a R$ 5 bilhões.

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O ministro Dias Toffoli, do STF, decidiu de forma ilegal ser o relator de decisões importantes nesse processo, incluindo medidas polêmicas como acareações inéditas e a manutenção de parte das investigações em sigilo total retirando documentos e provas que vinham sendo analisadas pela CPMI do INSS. E recentemente decidiu pegar para si todas as provas apreendidas na operação da PF, sem permitir que as mesmas fossem periciadas, como rege o processo legal, para que a PF possa conduzir seu trabalho.

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A ação de Toffoli é uma destruição de provas segundo especialistas, visto que tudo que estiver na nuvem dos dispositivos por exemplo agora poderá ser destruído remotamente.

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Pedido de impeachment

  • Em 14 de janeiro de 2026, os senadores Magno Malta (PL-ES), Damares Alves (Republicanos-DF) e Eduardo Girão (Novo-CE) protocolaram no Senado Federal um pedido de impeachment contra Dias Toffoli.
  • A denúncia foi encaminhada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
  • Os parlamentares acusam Toffoli de:
  • Crime de responsabilidade;
  • Desvio de função;
  • Atuar em situação objetiva de suspeição e conflito de interesses.

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O requerimento foi apresentado pelos senadores Magno Malta (PL), Damares Alves (Republicanos) e Eduardo Girão (Novo) e encaminhado ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

No documento, os parlamentares pedem a abertura formal do processo, a criação de uma comissão especial, a oitiva de testemunhas e a requisição de informações a órgãos como o STF, o Banco Central, a Procuradoria-Geral da República (PGR), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Coaf.

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Argumentos dos senadores

  • Toffoli teria patrocinado interesses privados ao conduzir investigações e decisões relacionadas ao Banco Master.
  • A amizade de décadas com advogados ligados à defesa de Vorcaro, como Roberto Podval e Augusto de Arruda Botelho, reforça a percepção de imparcialidade comprometida.
  • A oposição afirma que o ministro deveria ter se declarado suspeito, conforme prevê a Lei Orgânica da Magistratura, mas não o fez.

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Repercussões políticas e institucionais

  • O pedido de impeachment contra um ministro do STF é um evento raríssimo e de grande impacto político. Porém, nos últimos anos a quantidade de pedidos de impeachmente contra ministro que tem agido inconstitucionalmente tem crescido muito, o o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, engaveta tudo numa ação de proteção aos ministros, e contra o interesse da população.
  • O episódio reforça a falta de ética, transparência e imparcialidade na Suprema Corte.
  • O episódio transcende o escândalo financeiro e se transforma em escândalo institucional de grandes proporções. Trata-se de um teste para a credibilidade das instituições brasileiras, em um cenário onde vínculos pessoais e manipulações judiciais buscam descaradamente burlar as regras e a lei e manter ministros que são meros servidores públicos e senhores do futuro da nação.

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