As ações da BRF (BRFS3) abriram em queda nesta quinta-feira (27) após a divulgação dos resultados da empresa no quarto trimestre de 2024 (4T24). De acordo com analistas, a reação negativa era esperada devido à expansão dos custos de produção, que reduziram as margens para além do esperado.
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Em teleconferência pela manhã, o diretor financeiro da BRF, Fábio Mariano, afirmou que a empresa “está bastante positiva” em relação ao tamanho da safra de milho do Brasil, concentrada na segunda safra, conhecida como “safrinha”, mas que representa por volta de 75% da produção brasileira do cereal.
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Por volta das 11h40 os papéis caíam mais de 5% na bolsa, com a projeção de que o pico de melhores margens da empresa já ficou para trás.
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Apesar da abertura negativa, parte dos analistas ainda reforçam uma visão construtiva para as ações da BRF. É o caso do Citi, que acredita que a pressão nos custos causada por preços mais altos de insumos como o milho, seja parcialmente compensada pela soja, que deve cair com a estimativa de colheita recorde.
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