Patrocinado

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a soltura da missionária Eliene Amorim de Jesus. Ela passou dois anos presa por causa dos atos de 8 de janeiro de 2023.

MAIS: inúmera manifestações nas redes sociais sobre a prisão preventiva da “moça do batom”

A decisão de Moraes não representa liberdade plena. Eliene deverá cumprir uma série de medidas cautelares impostas pelo magistrado.

LEIA: Mulher de Moraes é contratada pelo Banco Master com disputas no STF

A missionária só poderá deixar o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (MA), após a instalação imediata de uma tornozeleira eletrônica.

Moraes determinou ainda que Eliene está proibida de usar redes sociais, comunicar-se com os demais envolvidos no 8 de janeiro, conceder entrevistas e até mesmo receber visitas, exceto de seu advogado, pais e irmãos.

AINDA: Desembargador e advogado de defesa é detido e proibido de entrar…

Acesse as notícias que enriquecem seu dia em tempo real, do mercado econômico e de investimentos aos temas relevantes do Brasil e do mundo pelo telegram Clique aqui. Se preferir siga-nos no Google News: Clique aqui. Acompanhe-nos pelo Canal do Whastapp. Clique aqui

AINDA: Falta de diplomacia de Lula faz Brasil perder ao menos US$ 1,5 bilhões em exportação com tarifa de Trump sobre o aço. Bolsonaro evitou…

Eliene tem como advogado, Hélio Garcia Ortiz Júnior, que também representa Débora dos Santos, cabeleireira presa nos eventos de janeiro de 2023 e condenada a 14 anos de prisão por Moraes.

Amorim tem 28 anos de idade e é natural do interior do Maranhão. A missionária da Assembleia de Deus Campo Miracema já trabalhou como manicure e também era estudante de Psicologia.

AINDA: Redes sociais agitadas com o “Lula Day”, no dia da mentira

Sem antecedentes criminais, ela foi presa. Não há evidências diretas que comprovem a participação ativa dela na depredação de patrimônio público ou na organização dos atos em Brasília (DF).

Um dos pontos levantados contra a jovem foi a publicação de um story em que mencionava a experiência de escrever um livro sobre os acontecimentos. De acordo com testemunhas, ela estava do lado de fora do Palácio do Planalto no dia dos atos.

Receba conteúdo exclusivo sobre os temas de seu interesse! Confirme em sua caixa de e-mail sua inscrição para não perder nada