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Após quase 2 meses da prisão de Vorcaro, PF realiza segunda fase da operação Compliance Zero sobre fraude do Banco Master

Imagem: Divulgação
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A Polícia Federal deflagrou em 14 de janeiro de 2026 a segunda fase da operação Compliance Zero, com 42 mandados de busca e apreensão contra endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Apenas agora o STF autorizou o bloqueio de bens e valores que somam mais de R$ 5 bilhões, em investigação sobre a venda de títulos de crédito falsos que podem ter causado prejuízos superiores a R$ 12 bilhões.

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Contexto da operação

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A Polícia Federal (PF) realizou uma nova ofensiva contra o Banco Master e seu controlador, Daniel Vorcaro, na manhã desta quarta-feira, 14 de janeiro de 2026. A ação faz parte da segunda fase da operação Compliance Zero, que apura um esquema de fraudes envolvendo a emissão e comercialização de títulos de crédito falsos.

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Detalhes da investigação

  • Mandados: foram cumpridos 42 mandados de busca e apreensão em diversos estados, incluindo São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.
  • Bloqueio de bens: o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou medidas de sequestro e bloqueio de bens e valores que ultrapassam R$ 5 bilhões.
  • Fraudes estimadas: autoridades calculam que o montante das irregularidades pode chegar a R$ 12 bilhões.

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Histórico da operação

  • A primeira fase da Compliance Zero ocorreu em novembro de 2025, quando Vorcaro chegou a ser preso, mas foi liberado dias depois.
  • No mesmo período, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, alegando incapacidade da instituição de honrar seus compromissos.
  • Desde então, o caso ganhou repercussão nacional, envolvendo não apenas o sistema financeiro, mas autoridades e políticos e ministro do STF que além de envolvimento próprio e de familiares com o dono do banco , também tem interferido nas investigações e as tomado para si sem o devido foro para isso, com isto a a credibilidade das instituições está e dúvida. Os Ministros Dias Tofolli e Alexandre de Moraes figuram como relacionamento próximo e negócios com a família.
  • Daniel Vorcaro: dono do Banco Master, apontado como principal articulador do esquema de emissão e venda de títulos de crédito falsos.
  • Executivos e sócios ligados ao banco: também são alvo das investigações, suspeitos de participação direta nas operações fraudulentas.
  • Crise institucional: o caso expôs divergências entre Banco Central, STF e TCU, levantando questionamentos sobre os limites de atuação de cada poder. A condução do caso pelo STF é clara distorção institucional, ampliando o debate sobre imparcialidade e separação de poderes.
  • Impacto no FGC: a liquidação do banco pode consumir até um terço do caixa do Fundo Garantidor de Créditos, gerando preocupação no mercado financeiro.
  • Relações políticas: Vorcaro mantém proximidade com autoridades dos três poderes, o que aumenta a percepção de conflito de interesses e compromete a imagem do Supremo.

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Impactos econômicos e institucionais

  • O bloqueio bilionário de bens pode afetar negócios ligados ao grupo e gerar repercussões no mercado de crédito.
  • A nova fase da operação Compliance Zero contra o Banco Master e Daniel Vorcaro tem mandados em cinco estados, bloqueio de R$ 5 bilhões e suspeitas de prejuízos de até R$ 12 bilhões, o caso se tornou um dos maiores escândalos recentes do setor bancário. Mais do que uma crise empresarial, o episódio levanta questões sobre governança, transparência e credibilidade institucional, temas centrais para investidores e cidadãos atentos ao futuro da economia nacional.

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