O Caspian Pipeline Consortium (CPC), responsável pela maior parte das exportações de petróleo do Cazaquistão via Rússia até o Mar Negro, suspendeu o carregamento após um de seus três pontos de amarração ser danificado em ataques noturnos atribuídos à Ucrânia na região.
“Como resultado de um ataque terrorista direcionado por barcos não tripulados”, o ponto de amarração 2 foi “significativamente danificado” e “sua operação futura não é possível”, informou o operador em comunicado.
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Todos os navios foram retirados da área de operação da CPC e os embarques no terminal serão retomados “de acordo com as regras estabelecidas assim que as ameaças de barcos e drones não tripulados forem eliminadas”, disse a empresa.
O Caspian Pipeline Consortium (CPC), responsável pela maior parte das exportações de petróleo do Cazaquistão via Rússia até o Mar Negro, suspendeu o carregamento após um de seus três pontos de amarração ser danificado em ataques noturnos atribuídos à Ucrânia na região.
“Como resultado de um ataque terrorista direcionado por barcos não tripulados”, o ponto de amarração 2 foi “significativamente danificado” e “sua operação futura não é possível”, informou o operador em comunicado.
Todos os navios foram retirados da área de operação da CPC e os embarques no terminal serão retomados “de acordo com as regras estabelecidas assim que as ameaças de barcos e drones não tripulados forem eliminadas”, disse a empresa.
O consórcio tem como acionistas as petroleiras americanas Chevron e Exxon Mobil, além da estatal cazaque KazMunayGas e da operadora russa de oleodutos Transneft PJSC, que representa a Federação Russa.
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O ataque à infraestrutura civil é “inaceitável”, afirmou o Ministério da Energia do Cazaquistão. “O sistema de oleodutos da CPC é um projeto energético internacional, e qualquer impacto sobre suas instalações gera riscos diretos à segurança energética global e causa prejuízos significativos aos interesses econômicos dos participantes do consórcio.”
O carregamento no terminal normalmente ocorre em dois pontos de amarração simultaneamente, cada um com capacidade de 800 mil barris por dia. Com o ponto 2 danificado e o ponto 3 em manutenção programada, a CPC poderia retomar o carregamento apenas pelo ponto 1 remanescente.
Não houve registro de feridos ou vazamentos de petróleo no Mar Negro. No momento da explosão, sistemas de proteção de emergência garantiram o fechamento dos dutos correspondentes, de acordo com o comunicado.
A refinaria Afipsky atingida durante a madrugada tem capacidade de processamento de até 9,1 milhões de toneladas de petróleo por ano, cerca de 180 mil barris por dia. Ela já havia sido atacada em setembro. As autoridades controlaram o incêndio até o meio-dia, no horário local.
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A refinaria foi alvo por fornecer combustível ao Exército russo, afirmou o Estado-Maior ucraniano em postagem no Facebook, acrescentando que as forças de Kyiv também atingiram uma instalação-chave de reparo de caças em Taganrog, na região de Rostov. O comunicado também confirmou um ataque, em 25 de novembro, ao terminal marítimo de petróleo em Tuapse, na região de Krasnodar.









