A G4 Entretenimento e Tecnologia Digital Ltda., companhia que tem como um de seus proprietários Fábio Luís Lula da Silva, primogênito do presidente da República, possui uma dívida acumulada de R$ 398,3 mil com o governo federal. Os dados constam nos registros oficiais da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e referem-se a débitos que já foram inscritos na Dívida Ativa da União, abrangendo pendências tributárias e previdenciárias.
MAIS: China que já dominava a Venezuela por completo deve perder espaço…
De acordo com as informações extraídas do sistema da PGFN, o montante total é dividido em três categorias principais de inadimplência. A maior fatia, correspondente a R$ 310,2 mil, é relativa a impostos federais diversos. Outros R$ 79 mil são provenientes de contribuições previdenciárias não recolhidas, enquanto uma parcela menor, de R$ 9 mil, refere-se a multas de natureza trabalhista.
Acesse as notícias que enriquecem seu dia em tempo real, do mercado econômico e de investimentos aos temas relevantes do Brasil e do mundo faça parte da lista Vip Clique aqui.
A empresa, na qual Fábio Luís divide a sociedade com os empresários Kalil e Fernando Bittar, está atualmente em situação de “irregularidade” perante o fisco. Esse status impede, entre outras sanções, que a companhia obtenha a Certidão Negativa de Débitos (CND), documento essencial para a participação em processos de licitação pública ou para a contratação de financiamentos junto a instituições bancárias estatais.
Questionada sobre o passivo financeiro, a defesa do empresário minimizou o impacto dos valores e indicou que a regularização está sendo processada. Em nota oficial, os representantes legais de Fábio Luís Lula da Silva declararam que:
“A G4 Entretenimento e Tecnologia Digital Ltda., como inúmeras empresas brasileiras, possui débitos fiscais que estão sendo discutidos ou parcelados, seguindo os trâmites legais previstos pela Receita Federal e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.”
O posicionamento reforça que a situação fiscal da G4 não difere da realidade de outros empreendimentos privados no país e que os mecanismos jurídicos de quitação estão sendo utilizados. Até o fechamento desta edição, não houve atualização no sistema da PGFN que indicasse a quitação integral ou a suspensão da exigibilidade dos débitos citados.



















