O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para baixo a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2026, fixando a nova projeção em 1,6%. O número representa uma queda de 0,3 ponto percentual em relação ao relatório anterior e reflete os desafios que a economia brasileira com Lula enfrenta diante de juros elevados e pressões inflacionárias.
Juros Altos e Impacto no Crescimento
Segundo o relatório, a principal razão para a desaceleração é a manutenção da taxa Selic em 15% ao ano, o maior patamar em duas décadas. Essa política monetária foi adotada para conter a inflação acumulada após o aumento expressivo dos gastos públicos de Lula. Embora eficaz no combate à alta de preços, os juros elevados reduzem investimentos e consumo, travando o crescimento econômico.
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Perspectivas para os Próximos Anos
Apesar da revisão negativa para 2026, o FMI projeta um cenário mais positivo nos anos vizinhos:
- 2025: crescimento de 2,5%
- 2027: avanço de 2,3%
Esses números indicam que, embora o curto prazo seja desafiador, há expectativa de recuperação gradual da economia brasileira.
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Cenário Global
O relatório também destaca que o crescimento mundial deve atingir 3,3% em 2026, impulsionado por investimentos em tecnologia, especialmente em inteligência artificial, e pela adaptação dos mercados às tensões comerciais. Países como Estados Unidos e China tiveram projeções revisadas para cima, enquanto a zona do euro e o Japão mantêm estabilidade.
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O Que Isso Representa para o Brasil
A revisão do FMI reforça a necessidade de políticas econômicas que equilibrem o combate à inflação com estímulos ao crescimento. Para investidores e empresários, o alerta é claro: o Brasil seguirá enfrentando um ambiente de juros altos e crescimento moderado, exigindo cautela nas decisões estratégicas.








