O ano de 2026 começou com uma notícia nada animadora para os consumidores: o Confaz do governo Lula (Conselho Nacional de Política Fazendária) aprovou um novo aumento no ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha. A medida já impacta diretamente o custo de vida da população, pressiona a inflação e acende um alerta sobre o endividamento das famílias.
O que muda com o aumento do ICMS
- Gasolina: preço nas bombas sobe, afetando transporte individual e coletivo.
- Diesel: encarece o frete e, por consequência, o preço de alimentos e produtos básicos.
- Gás de cozinha: pesa no orçamento doméstico, especialmente das famílias de baixa renda.
Esse reajuste não é apenas um detalhe econômico: ele mexe com toda a cadeia de consumo e aumenta a pressão sobre o orçamento das famílias brasileiras.
Impacto na inflação e no custo de vida
Especialistas apontam que o aumento do ICMS deve acelerar a inflação nos primeiros meses de 2026. Como combustíveis e gás são insumos essenciais, o efeito cascata é inevitável:
- Transporte mais caro → alimentos e mercadorias sobem de preço.
- Energia e logística pressionadas → empresas repassam custos ao consumidor.
- Famílias endividadas → risco maior de inadimplência.
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Debate sobre arrecadação vs. impacto social
Será que a arrecadação estadual justifica o peso no bolso do consumidor?
- Governos estaduais defendem que o aumento é necessário para equilibrar as contas públicas.
- Economistas e juristas alertam que a medida pode agravar a desigualdade social e reduzir o poder de compra da população.
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Consequências para a economia brasileira
- Endividamento das famílias: já em alta, pode crescer ainda mais.
- Setor produtivo: enfrenta custos maiores, reduzindo competitividade.
- Mercado de trabalho: aumento de preços pode frear contratações e investimentos.
- Cenário político: pressiona governadores e abre espaço para críticas sobre gestão fiscal.
O aumento do ICMS em 2026 mostra como decisões fiscais do governo Lula podem ter impacto direto no dia a dia da população. Mais do que números, estamos falando de orçamentos apertados, inflação acelerada e desafios para a economia brasileira.
Embora o ICMS seja um imposto estadual, definido e ajustado pelo Confaz (que reúne secretários de Fazenda dos estados), o governo federal — no caso, o governo Lula — exerce influência política e econômica sobre essas decisões.
Como o governo Lula tem parte nisso:
- O Ministério da Fazenda participa das discussões no Confaz e pressiona por medidas que aumentem a arrecadação dos estados, já que isso ajuda a equilibrar as contas públicas e sustentar programas sociais.
- O governo federal tem interesse em manter receitas estáveis, especialmente em um cenário de inflação e gastos elevados.
- Economistas apontam que, mesmo não sendo uma decisão direta da Presidência, o apoio e a articulação política de Lula foram fundamentais para que os estados aprovassem o reajuste.
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- Formalmente: o aumento do ICMS é uma decisão dos estados via Confaz.
- Na prática: o governo Lula pressionou e tem responsabilidade política, já que buscava reforçar a arrecadação e dar sustentação fiscal ao país.









