Patrocinado

Após a captura de Nicolás Maduro e da primeira-dama por forças norte-americanas, ministros do Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) estariam escondidos para evitar prisões iminentes. O episódio intensifica a queda da ditadura e aparelhamento no país e pode colocar fim a crise institucional de anos do regime chavista.

MAIS: Juristas questionam conduta de Dias Toffoli no caso Banco Master, “atuação não permitida ao judiciário”

O que está acontecendo?

  • Operação militar dos EUA resultou na detenção de Maduro e sua esposa.
  • Em resposta, o TSJ nomeou a vice-presidente Delcy Rodríguez como presidente interina, alegando “ausência forçada” do mandatário.
  • Ministros da Corte estariam em locais não divulgados, tentando escapar de ordens de prisão e investigações internacionais por participação e conivência nas ações de maduro.

MAIS: Inadimplência e preços em alta em 2025 mercado de locação de imóvel precisa se reinventar para sobreviver

Acesse as notícias que enriquecem seu dia em tempo real, do mercado econômico e de investimentos aos temas relevantes do Brasil e do mundo faça parte da lista Vip Clique aqui. 

VEJA: Governo Lula determina ICMS mais alto em 2026: gasolina, diesel e gás de cozinha pesam no bolso dos brasileiros

Impacto internacional

  • As ações dos EUA buscam por fim na liderança de Maduro e aliados no narcoterrorismo, tráfico de drogas e crimes relacionados a armas.
  • O caso repercute em tribunais de Nova York, onde membros do alto escalão venezuelano devem responder judicialmente.

LEIA: Giuliano Finimundi Verdi, herdeiro do grupo Rodobens, morre, deixando legado empresarial e familiar marcante

Delcy Rodríguez no poder

  • A vice-presidente assumiu interinamente o comando, prometendo defender a soberania nacional. Ou seja, agir contra a vontade popular, o povo comemora e festeja nas ruas o fim da ditadura e do narcoterrorismo desde que Maduro foi capturado.
  • Em discurso transmitido em rede nacional, classificou a captura de Maduro como “sequestro ilegal e ilegítimo”.
  • Rodríguez convocou o povo a resistir e reafirmou que “na Venezuela só há um presidente: Nicolás Maduro Moros”. Enquanto os EUA e a maioria dos países pelo mundo não reconhecem Maduro como presidente, visto que Edmundo Gonçalez conseguiu comprovar com as atas oficiais eleitorais sua vitória acachapante, sobre Maduro. Que mesmo assim, com o Estado aparelhado não fez a transição de governo.
  • Os EUA já solicitou a vice-presidente de Maduro que entregue o governo ao verdadeiro vencedor das eleições da Venezuela. Caso ela insista em agir como Maduro, os EUA deve promover nova invasão no país para restabelecer a legalidade.

VEJA: Globo recebeu 49% da verba de publicidade com impostos do governo Lula na TV

LEIA: Salário mínimo de 2026 já está valendo e Dieese aponta que valor não é suficiente para sobrevivência no Brasil

Por que acompanhar?

Este episódio redefini o futuro político da Venezuela e da América Latina e vai impactar diretamente:

  • Mercados internacionais de petróleo, já sensíveis a instabilidades na região.
  • Relações diplomáticas entre América Latina e Estados Unidos.

Receba conteúdo exclusivo sobre os temas de seu interesse! Confirme em sua caixa de e-mail sua inscrição para não perder nada