O mercado de metais preciosos começou 2026 em clima de euforia. Após registrarem o melhor desempenho anual em mais de quatro décadas, ouro e prata dispararam logo no primeiro pregão do ano, sustentados por expectativas de cortes de juros nos Estados Unidos e pelo aumento da procura por ativos de proteção.
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Cotações em alta
Por volta das 7h30 (horário de Brasília), o ouro era negociado próximo de US$ 4.400 por onça-troy, com valorização de 1,36%. Já a prata avançava mais de 4,6%, cotada em US$ 73,86, confirmando o apetite dos investidores por metais preciosos.
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Cenário macroeconômico favorável
A alta reflete um contexto global marcado por:
- Expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve em 2026, o que tende a favorecer ativos não remunerados como ouro e prata.
- Busca por proteção diante de incertezas econômicas e geopolíticas.
- Continuidade do rali de 2025, quando os metais registraram recordes históricos de valorização.
Impacto para investidores
O movimento reforça o papel dos metais preciosos como hedge contra volatilidade e como alternativa em momentos de incerteza. Para investidores, o início de 2026 sinaliza que o ouro e a prata podem continuar sendo protagonistas nos portfólios globais, especialmente diante da expectativa de políticas monetárias mais flexíveis.
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O primeiro pregão de 2026 mostrou que o rali dos metais preciosos está longe de perder força. Ouro e prata seguem em destaque, impulsionados por fatores macroeconômicos e pela busca de segurança. Para quem acompanha o mercado, o cenário aponta para mais um ano de protagonismo dos metais, com potencial de novos recordes caso os cortes de juros se confirmem.




















