Em 2025, o governo federal brasileiro registrou um recorde de gastos com o funcionalismo público, atingindo o maior valor desde 2021 — um dado que chama atenção em meio às discussões sobre orçamento, eficiência e os limites da máquina pública.
Total gasto com servidores em 2025: R$ 407,9 bilhões, 4,3% maior do que em 2024.
Desse total, R$ 398,1 bilhões foram despesas recorrentes com salários e encargos — também maior número dos últimos anos.
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Isso significa: mais dinheiro saindo dos cofres públicos de impostos para pagar pessoal, mesmo depois de anos de contenção de despesas durante a pandemia.
Tendência de Alta por 3 Anos Seguidos
Os dados do Tesouro Nacional mostram que este é o terceiro ano consecutivo de aumento nos gastos com funcionários públicos. Antes disso, entre 2020 e 2022, houve redução das despesas devido ao congelamento de reajustes salariais.
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🔹 2020: R$ 441,8 bilhões (Pandemia Covid 19)
🔹 2021: R$ 418,1 bilhões (Pandemia Covid 19)
🔹 2022: R$ 392,7 bilhões (Pandemia Covid 19)
(valores ajustados pela inflação)
Esse movimento de queda no início da década reverteu-se com força a partir de 2023, chegando ao pico atual.
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Aumentou Também o Número de Servidores
O total de servidores federais ativos também cresceu — passou de 574.930 para 579.070 trabalhadores, um avanço de 0,72% em um ano.
Isso sugere que não foi só o reajuste de salários que elevou os gastos, mas também o ampliação do quadro de servidores.
E a Reforma Administrativa?
Enquanto parlamentares discutem mudanças na administração pública (como a PEC 38/2025), o governo tem se posicionado contra propostas que alterem fortemente as regras do funcionalismo — inclusive defendendo mais concursos públicos em vez de cortes e reestruturações.
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Segundo a ministra da Gestão e Inovação, a proposta “não representa a posição do Executivo”, sendo vista como ampla demais e potencialmente prejudicial.
Por Que Isso Importa?
Gastos com pessoal estão entre as maiores parcelas do orçamento federal e influenciam diretamente a capacidade do governo de investir em saúde, educação, infraestrutura e outros serviços essenciais.
Além disso, em um cenário de debates sobre limites fiscais — como regras de crescimento de despesas reais abaixo da inflação — esses números alimentam discussões sobre sustentabilidade das contas públicas.







