Vendas do comércio no Natal em dezembro de 2024 tem nova queda após mesmo período de 2023 também apresentar retração

INVESTIDORES BRASIL

As vendas do comércio brasileiro recuaram 3,5% em dezembro de 2024 ante novembro, segundo o Índice do Varejo Stone (IVS). Em relação a dezembro de 2023, houve uma retração de 1,7%.

No segmento físico, as vendas registraram queda de 4,2% na comparação mensal, enquanto no comércio digital houve uma alta 3,4%.

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Já no desempenho anual, as vendas segmento físico tiveram retração de 2,1%, ao passo que o canal digital registrou avanço de 7,7%.

O pesquisador econômico e cientista de dados da Stone, Matheus Calvelli, estima que o comércio vendeu 2,3% a menos que o esperado para a semana do Natal, o que explica parte da queda de dezembro.

Aqui estão os dados das vendas do comércio brasileiro em dezembro de 2023, 2022, 2021 e 2019, com base no Índice do Varejo Stone (IVS):

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  • Dezembro de 2023: As vendas no varejo caíram 3,5% em relação a novembro e 1,7% em comparação com dezembro de 2022.
  • Dezembro de 2022: As vendas no varejo apresentaram crescimento de 1,3% em relação a dezembro de 2021, acumulando uma expansão de 1,7% em 2022.
  • Dezembro de 2021: O volume de vendas no varejo teve uma variação positiva, mas os dados específicos de dezembro não estão disponíveis.
  • Dezembro de 2019: As vendas no varejo também apresentaram crescimento, mas os dados específicos de dezembro não estão disponíveis.

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“O resultado, contudo, não foi suficiente para reverter os ganhos de 2024, que teve alta acumulada de 0,6% ante 2023”, diz Calvelli.

Na análise por segmento, todos reportaram queda na comparação com novembro: Vestuário e Calçados (-7%), Móveis e Eletrodomésticos (-6,4%), Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (-4,5%) e Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (-3,7%), Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (-3,3%), Artigos Farmacêuticos (-2,3%), Combustíveis e Lubrificantes e Material de Construção (-1,8%).

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Enquanto isso, no acumulado de 2024, o destaque foi o segmento de Combustíveis e Lubrificantes, que teve o melhor desempenho, com alta de 3,1%, seguido pelo setor de Artigos Farmacêuticos (2,5%).

Já no recorte regional, apenas cinco Estados apresentaram resultados positivos na base de comparação anual, liderados por Roraima, com alta de 3,9%, seguido por Sergipe (3,5%), Rondônia (2,2%), Pará (1%) e Goiás (0,9%).

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Apresentadora de podcast e redatora. Especialista em finanças pela PUC Minas
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