Em menos de um ano de governo Trump déficit comercial do país cai ao menor nível desde 2009

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O déficit comercial dos Estados Unidos caiu 39% em outubro de 2025, atingindo US$ 29,4 bilhões, o menor nível desde junho de 2009. A queda foi impulsionada pela redução das importações e pelo recorde histórico das exportações, segundo dados oficiais do Departamento de Comércio e do Escritório de Análise Econômica (BEA).

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Em outubro de 2025, o déficit comercial dos Estados Unidos recuou para US$ 29,4 bilhões, uma queda de 39% em relação ao mês anterior. Esse resultado surpreendeu analistas, já que as projeções da Reuters e da FactSet apontavam para déficits próximos de US$ 59 bilhões e US$ 60 bilhões.

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Importações em queda

  • As importações totais caíram 3,2%, para US$ 331,4 bilhões.
  • As compras de mercadorias recuaram 4,5%, atingindo US$ 255 bilhões, o menor patamar desde junho de 2023.
  • Destaques da queda:
    • Bens de consumo, especialmente produtos farmacêuticos.
    • Suprimentos industriais, como ouro não monetário.
  • Em contrapartida, houve avanço de US$ 6,8 bilhões nas importações de bens de capital, puxadas por equipamentos de informática e telecomunicações, refletindo investimentos em tecnologia e inteligência artificial.

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Exportações em alta

  • As exportações cresceram 2,6%, atingindo US$ 302 bilhões, recorde histórico.
  • As vendas externas de mercadorias subiram 3,8%, para US$ 195,9 bilhões, também no maior nível da série.
  • Esse desempenho foi fundamental para reduzir o saldo negativo e pode contribuir positivamente para o crescimento econômico no quarto trimestre.

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Fatores conjunturais

  • O relatório foi divulgado com atraso devido ao shutdown de 43 dias do governo federal, o mais longo da história dos EUA.
  • A queda nas importações reflete tanto tarifas comerciais quanto sinais de desaceleração da demanda interna.
  • O avanço das exportações mostra a competitividade da indústria americana em setores estratégicos, mesmo em cenário global desafiador.

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Impactos econômicos

  • Crescimento do PIB: Se mantida a tendência, o comércio externo pode voltar a contribuir positivamente para o PIB dos EUA.
  • Mercado financeiro: A surpresa positiva reforça expectativas de estabilidade e pode influenciar decisões de política monetária.
  • Investimentos em tecnologia: O aumento das importações de bens de capital ligados à informática e telecomunicações sugere que empresas americanas estão acelerando projetos de digitalização e inteligência artificial.

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O resultado de outubro marca um ponto de inflexão para o comércio exterior dos EUA: menor déficit em 16 anos, exportações recordes e sinais de transformação estrutural nas importações. Embora parte da queda reflita a desaceleração da demanda interna, o desempenho das exportações mostra que os EUA seguem competitivos e podem usar o comércio como motor de crescimento no curto prazo.

Assessoria Residência Legal Uruguai

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Redatora e bailarina nas horas vagas. Também gosto de ajudar as pessoas e acredito que na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Conheça minha "Caixa de Surpresas"
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