O Bitcoin ultrapassou a marca de US$ 95 mil em janeiro de 2026, impulsionado por compras corporativas como a da MicroStrategy e pelo alívio nos dados de inflação dos EUA. O movimento reacendeu o debate sobre a criptomoeda como ativo de refúgio e fortaleceu a expectativa de que o BTC possa buscar os US$ 100 mil ainda este ano.
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Bitcoin supera os US$ 95 mil
O mercado de criptomoedas começou 2026 com força total. O Bitcoin (BTC), maior ativo digital do mundo, rompeu a barreira dos US$ 95 mil, registrando o maior nível em quase dois meses. A valorização foi impulsionada por dois fatores principais:
- Compra bilionária da MicroStrategy, que adquiriu mais de 13 mil BTC em uma operação de US$ 1,3 bilhão.
- Dados de inflação mais estáveis nos EUA, que reduziram a pressão sobre os mercados e estimularam investidores a buscar ativos alternativos.
O que explica a alta
- Short squeeze: a valorização foi acompanhada por um ajuste violento de posições especulativas, com liquidações de quase US$ 700 milhões em apostas contra o BTC .
- ETFs de Bitcoin: os fundos de índice spot continuam a atrair fluxo de capital, reforçando a demanda estrutural e alterando o equilíbrio do mercado.
- Confiança institucional: a entrada de grandes players corporativos, como a MicroStrategy, fortalece a percepção de que o BTC está se consolidando como ativo de reserva digital.
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Debate sobre ativo de refúgio
O salto do Bitcoin reacendeu a discussão sobre seu papel como “ouro digital”:
- Para defensores, o BTC já se comporta como ativo de refúgio, especialmente em cenários de inflação controlada e busca por diversificação.
- Críticos alertam para a volatilidade e lembram que o ativo ainda depende de fatores externos, como política monetária e regulação.
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Perspectivas para 2026
- O rompimento dos US$ 95 mil abre espaço para uma corrida rumo aos US$ 100 mil, patamar simbólico que pode atrair ainda mais investidores.
- A consolidação acima desse nível seria vista como um marco histórico, reforçando o BTC como protagonista do mercado de criptoativos.
- No curto prazo, analistas esperam volatilidade elevada, mas com viés positivo diante da combinação de demanda institucional e cenário macroeconômico favorável.
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O início de 2026 marca um momento decisivo para o Bitcoin. A superação dos US$ 95 mil não é apenas um recorde de preço, mas um sinal de que a criptomoeda está cada vez mais integrada ao mercado financeiro global.
Com compras corporativas bilionárias, ETFs ganhando força e investidores buscando alternativas em meio à inflação controlada, o BTC se posiciona como candidato a ativo de refúgio. A grande questão agora é: será que o Bitcoin alcançará os US$ 100 mil ainda este ano?








