Deputados petistas pedem à PF que pare caminhada pacífica de opositor, mas calam sobre ministros do STF no escândalo Master que afeta milhões de brasileiros

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Em 22 de janeiro de 2026, parlamentares ligados ao PT formalizaram pedido à Polícia Rodoviária Federal para que interrompa a caminhada pacífica pela liberdade e justiça do deputado federal (PL-MG) Nikolas Ferreira, iniciada em 19 de janeiro de 2026.

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O pedido foi tornado público e exigiu mobilização imediata das forças de segurança. É legítimo debater segurança, mas a pressa em acionar o aparato estatal contra um ato pacífico contrasta com o silêncio e a inércia diante de denúncias muito mais graves que atingem milhões de brasileiros.

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Desde novembro de 2025, com a prisão do controlador Daniel Vorcaro (18/11/2025) e a sequência de medidas que culminaram na liquidação extrajudicial do Banco Master / Will Bank, surgiram reportagens e representações que levantam alegações sérias sobre irregularidades e possíveis conexões envolvendo autoridades. Reportagens publicadas no fim de 2025 mencionaram, entre outros pontos, que o ministro Dias Toffoli teria utilizado uma aeronave associada a Roberto “Beto Louco” (Roberto Augusto Leme da Silva) — relatos jornalísticos que, se confirmados, exigem investigação formal e transparente.

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Ainda assim, os deputados federais do PT, Lindbergh Farias e Rogério Correia — que demonstraram rapidez para solicitar à PRF a interrupção da marcha de um opositor em 22/01/2026 — não lideraram, com a mesma intensidade e urgência, uma mobilização parlamentar para exigir transparência sobre as alegações envolvendo ministros do Supremo no maior escândalo de fraude financeira do Brasil.

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Onde houve pressa para acionar a polícia, faltou pressão equivalente para exigir investigação independente, divulgação de protocolos e explicações concretas dos ministros do STF Dias Toffoli e Alexandre de Moraes sobre suas relações com a crise do Master. A cada dia aparecem novas evidencias de envolvimento dos ministro com fatos ilegais ligados ao Master. E os deputados não se preocupam em agir para cobrar respostas dos ministros sobre as alegações.

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O contraste é inaceitável

  • 22/01/2026 — pedido formal à PRF para interromper a caminhada de Nikolas Ferreira (iniciada em 19/01/2026). A ação foi rápida e pública.
  • 18/11/2025 — prisão de Daniel Vorcaro e desdobramentos que levaram à liquidação do Banco Master; desde então, surgiram reportagens e representações sobre possíveis irregularidades e conexões que merecem investigação.
  • Alegações sobre ministros do STF — reportagens de fim de 2025 trouxeram menções a nomes e fatos que exigem apuração; até agora, não houve por parte dos deputados a mesma mobilização para exigir investigação independente e cronograma público.

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Qual papel os deputados deveriam ter?

A sociedade não pede linchamento midiático nem condenação sumária; pede transparência, investigação e proteção. Para honrar o mandato, Lindbergh Farias e Rogério Correia devem deixar de perseguir caminhadas de opositores e usarem o aparto Estatal para apresentar respostas e soluções as brasileiros.

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O escândalo do STF relacionado ao Banco Master já é internacional. Imprensa internacional questiona a credibilidade do STF, e os deputados ignoram o fato e vão buscar acabar com uma caminhada que pede de forma pacifica exatamente que os fatos sejam esclarecidos e que se tenha uma justiça de verdade.

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Regiane Alves
Regiane Alveshttp://www.investidoresbrasil.com.br
Jornalista com formação em Ciências Contábeis e especialização em Mercado Financeiro e Fotografia. Especialista em Criptomoedas e Blockchain pela Universidade de Nicósia Apaixonada por esportes, especialmente corrida. Artes e viagens precisam estar no "cardápio", juntamente com pessoas positivas.
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