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Risco Brasil recua ao menor nível desde 2014

Risco Brasil recua ao menor nível desde 2014
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Risco Brasil recua ao menor nível desde 2014. O CDS (Credit Default Swap), risco país, na sigla em inglês é o principal indicador usado para medir o risco de crédito a que investidores estrangeiros estão submetidos quando investem no Brasil. Em outras palavras, funciona como um seguro contra calotes. Quanto maior a probabilidade de falência, maior será o valor. Quanto menor o CDS, mais seguro para investir é considerado o país.

Em Julho o indicador atingiu a pontuação de 131,1 pontos, o menor nível desde setembro de 2014 quando a pontuação é 123,7 pontos. No entanto, a principal responsável pela pontuação atual é a Proposta de Emenda à Constituição da Previdência pelo Congresso Nacional. Ela tem alimentado a “euforia” do mercado acionário.

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Em contrapartida, em setembro de 2018, às vésperas da eleição presidencial, o CDS chegou a alcançar o pico de 311 pontos. Pontuação que só cedeu com a definição eleitoral. E a proposta da agenda econômica liberal da equipe chefiada pelo ministro Paulo Guedes.

Contudo, em 2018, o Brasil ainda possuía grau de investimento, de acordo com o rating das 3 principais agências de classificação de risco (Standard&Poor’s, Fitch e Moody’s). As agências após o pico de pontuação e conseguente aumento do risco, tiraram o grau de investimento do país.

Em contrapartida, no começo deste ano, estava a 207 pontos. Atualmente, caiu para casa dos 131,1 pontos.

Agora com esta considerável redução do risco, espera-se que a classificação de investimento seja devolvida ao Brasil, gradativamente.

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