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quinta-feira, maio 23, 2019

Agentes Autônomos da XP Tem Autorização Judicial Para Trabalhar com BTG

Agentes Autônomos da XP Tem Autorização Judicial Para Trabalhar com BTG

Agentes Autônomos da XP Tem Autorização Judicial Para Trabalhar com BTG. O BTG Pactual recebeu nesta segunda-feira 08/04, a anulação de liminar que o impedia de negociar com agentes autônomos de investimentos da XP corretora.

O processo que teve a liminar anulada foi movido pela XP contra o BTG. Ele ocorre na 2º Vara Empresarial de São Paulo, mesmo local onde a liminar foi cassada. De acordo com a decisão, a XP corretora estava tentando conseguir exclusividade dos agentes autônomos. Entretanto, isto prejudicaria a concorrência.

Contudo o BTG oferece ofertas com condições mais vantajosas para atrair agentes ligados à XP. Fato este que faz parte da lógica de concorrência. Além de ser um incentivo de crescimento ao mercado de corretoras.

As acusações que foram suspensas

A corretora XP acusou o BTG de concorrência desleal ao seduzir seus agentes autônomos. Oferecendo a eles condições financeiras vantajosas para deixar de ser associado da plataforma da corretora.

A XP acusou o BTG de pagar “luvas” aos Agentes autônomos de Investimentos para deixar a XP. Também utilizou indevidamente os dados dos clientes durante as negociações.

Enquanto a liminar estava em vigência, o escritório de agentes autônomos apenas podia repassar ao BTG dados sobre o empreendimento. Por exemplo, fluxo de caixa e de receita, sem revelar nome e total investido por clientes, investimento médio por cliente e perfil de investimento médio dos clientes.

O Tribunal de Justiça, TJ de São Paulo proibiu o BTG de entrar em contato, abordar, oferecer vantagem financeira e pedir informações dos clientes aos agentes autônomos da XP. Isto antes da anulação da liminar.

Mas o TJ não proibiu um agente autônomo credenciado à XP de negociar sua transferência à plataforma da BTG. Levando em consideração as cláusulas contratuais com a corretora e não repassando informações dos clientes.

Os mesmos devem ser notificados se concordam ou não com a mudança de instituição financeira responsável pela custódia do seu investimento. As informações do processo foram divulgadas pelo O Globo.

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