EUA anunciam ataque a Síria em retaliação contra terroristas do Estado Islâmico

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Em 10 de janeiro de 2026, os Estados Unidos realizaram ataques em larga escala contra o Estado Islâmico na Síria, em retaliação ao atentado de dezembro em Palmira que matou dois soldados americanos e um intérprete civil. A ofensiva, chamada Operação Hawkeye, envolveu forças aliadas e atingiu diversos alvos do grupo jihadista.

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Contexto do ataque

  • Em 13 de dezembro de 2025, um comboio das forças americanas e sírias foi atacado em Palmira, resultando na morte de dois militares dos EUA e um intérprete civil, além de deixar três soldados feridos.
  • O ataque foi atribuído ao Estado Islâmico (EI), que ainda mantém células ativas no deserto sírio.
  • Como resposta, o presidente Donald Trump autorizou uma ofensiva militar de grande escala em janeiro de 2026.

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Atualmente, cerca de 2 mil militares americanos permanecem na Síria. Historicamente, a missão dessas tropas tem sido combater o Estado Islâmico (também conhecido como Isis), proteger campos de petróleo estratégicos e conter a influência iraniana, operando frequentemente em parceria com as Forças Democráticas Sírias (FDS), lideradas pelos curdos.

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A dinâmica na região mudou significativamente desde a deposição do ditador de Bashar al-Assad, há um ano, com o apoio de Israel. Com a queda do regime, a ameaça de milícias pró-Irã e de tropas russas diminuiu, levando os EUA a reduzirem gradualmente sua presença militar nos últimos meses. No entanto, o Estado Islâmico demonstrou resiliência, atraindo novos combatentes e aproveitando o vácuo de poder para realizar ataques.

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Detalhes da Operação Hawkeye

  • Os ataques foram conduzidos pelo Comando Central dos EUA (Centcom) em parceria com forças aliadas, incluindo a Jordânia.
  • Alvos atingidos: bases logísticas, centros de treinamento e esconderijos do Estado Islâmico em várias regiões da Síria.
  • O Centcom afirmou que os ataques foram “em resposta direta ao ataque mortal do Estado Islâmico contra forças dos Estados Unidos e da Síria em Palmira”.
  • Até o momento, não há informações oficiais sobre o número de baixas do lado jihadista.

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Repercussão internacional

  • O Pentágono e o Departamento de Estado não comentaram oficialmente os detalhes da ofensiva.
  • Analistas destacam que a ação reforça a presença americana na região e envia um recado de dissuasão contra grupos terroristas.
  • Organizações internacionais alertam para o risco de escalada militar e impacto sobre civis sírios.

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Importância estratégica

  • O Estado Islâmico, embora enfraquecido desde 2019, continua ativo em áreas remotas da Síria e do Iraque.
  • A ofensiva mostra que os EUA mantêm capacidade de projeção militar no Oriente Médio, mesmo após a retirada parcial de tropas da região.
  • O ataque também busca reafirmar o compromisso americano com a segurança de seus aliados locais.

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Os ataques de janeiro de 2026 marcam uma nova fase da luta contra o Estado Islâmico na Síria. A Operação Hawkeye foi uma resposta direta ao atentado em Palmira e reforça a estratégia americana de manter pressão sobre grupos jihadistas. O episódio evidencia tanto a persistência da ameaça terrorista.

No dia 3, o Ministério da Defesa britânico informou que a força aérea do país lançou um ataque conjunto com a França contra uma instalação subterrânea na Síria, supostamente usada pelo grupo Estado Islâmico para armazenar armas. A pasta informou que a aeronave utilizou bombas guiadas para atingir diversos túneis de acesso às instalações do grupo terrorista.

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Em dezembro, ao menos cinco integrantes do Estado Islâmico, incluindo um dos líderes do movimento, morreram durante a primeira fase da Operação Ataque Hawkeye, dos Estados Unidos na Síria. A Forças Armadas informaram ter atacado mais de 70 alvos no país.

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Re Hunter
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Jornalista que acredita que a positividade traz melhores resultados sempre! [email protected]
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