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O governo Lula (PT) montou um grupo informal para tentar brindar a primeira-dama Janja, visto que devido a suas atitudes e gastos do dinheiro público as críticas e cobranças da sociedade estão crescentes.

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A esposa do petista chegou a ensaiar um recolhimento, no último mês. No entanto, acabou de volta aos holofotes por não abrir mão de viagens internacionais custeadas pelo impostos dos brasileiros, apesar da avaliação interna de que seus roteiros no exterior geram desgaste para Lula.

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Janja embarcou, em sigilo uma semana antes, do presidente para o Japão. E, na próxima quarta-feira, ela irá a Paris, capital da França, para a Cúpula Nutrição para o Crescimento. Já no penúltimo ano do mandato de Lula Janja efetivamente não apresentou nenhum retorno para os brasileiros de suas viagens e gastos.

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O grupo montado para blindar a primeira-dama tem sido chamado internamente de “bunker de proteção”. Ele é formado pelo ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias; a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann; o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ); e o grupo de advogados do Prerrogativas.

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Messias teria a tarefa de acompanhar de perto as representações feitas contra a atuação de Janja, na Justiça, no Tribunal de Contas da União (TCU) e no Ministério Público Federal (MPF).

Já Gleisi e Lindbergh ajudam a fazer a disputa política nas redes sociais. O Prerrogativas, com o advogado Marco Aurélio de Carvalho à frente, teria a missão de defender a imagem de Janja na sociedade civil. As informações são do jornal O Globo.

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