Patrocinado
Início Finanças Mesmo após Desenrola Brasil de Lula endividamento das famílias com Bancos apresenta...

Mesmo após Desenrola Brasil de Lula endividamento das famílias com Bancos apresenta elevação, segundo BC

Entenda as mudanças na lei do STF libera uso de medida coercitiva para pagamento de dívidas
Patrocinado

O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro fechou o mês de março em 48,0%, ante 47,8% registrado em fevereiro, e revisado nesta divulgação.

Se forem descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento ficou em 30,1% no terceiro mês de 2024, ante 30,0% em fevereiro, dado também revisado hoje.

Patrocinado

SAIBA: Brasil é a 6ª maior inflação do G20 em 2024

O Desenrola Brasil que beneficio o sistema financeiro brasileiro, terminou em maio, cerca de 15,06 milhões de pessoas negociaram dívidas com instituições financeiras com R$ 53,07 bilhões em dívidas – valor que corresponde a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

MAIS: Mais de 70% desconhecem feitos de Lula e rejeição a seu governo supera aprovação, mesmo após gasto recorde com propaganda. Veja pesquisa

Acesse as notícias que enriquecem seu dia em tempo real, do mercado econômico e de investimentos aos temas relevantes do Brasil e do mundo pelo telegram Clique aqui. Se preferir siga-nos no Google News: Clique aqui. Acompanhe-nos pelo Canal do Whastapp. Clique aqui

LEIA: Marcelo Odebrecht ganha de Toffoli no STF, anulação de todos os atos da justiça sobre ele na operação Lava Jato. Na Suíça os crimes continuam ativos

Segundo o Ministério da Fazenda, foi registrada uma redução de 8,7% da inadimplência entre a população mais vulnerável do País, considerada público prioritário do programa. Deste grupo, foram alcançados 5 milhões de pessoas, com a negociação de R$ 25,43 bilhões em débitos

MAIS: Bolsa brasileira é a pior do mundo em 2024

Segundo os dados do BC para o mês de março, o comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) terminou em 26,5%. Em fevereiro, o porcentual era de 25,7%. O recorde da série foi registrado em junho de 2023, com 28,4%. Descontados os empréstimos imobiliários, o comprometimento da renda variou de 23,6% para 24,4% de fevereiro para março.

O recorde da série histórica do Banco Central ocorreu em julho de 2022 (50,1%) no auge da maior pandemia mundial Covi19.

Receba conteúdo exclusivo sobre os temas de seu interesse! Confirme em sua caixa de e-mail sua inscrição para não perder nada

Patrocinado