Lula usa solenidade de 100 dias de governo para atacar Bolsonaro

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Lula usa solenidade de 100 dias de governo para atacar Bolsonaro. Na solenidade para celebrar os 100 dias de seu terceiro mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atacou a gestão do seu antecessor, criticou a taxa de juros e prometeu apresentar novos programas nos próximos meses, entre eles uma nova proposta de reforma tributária. Para marcar a data, o petista incorporou o slogan do ex-presidente Michel Temer: “o Brasil voltou”.

ENTENDA: Nem mesmo Estadão conseguiu defender os 100 dias de governo de Lula

Sem citar o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Lula disse que o governo que o antecedeu gastou recursos da União de maneira sem precedentes na campanha eleitoral do ano passado “na perspectiva de perpetuar o fascismo no País“.

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O presidente destacou o papel da Presidência na reação institucional à tentativa de golpe no dia 8 de janeiro. Lula disse que o ocorrido “não foi um gesto qualquer”, pois foi ”uma tentativa de golpe feita com a maior desfaçatez, feita por um grupo de reacionários, fascistas, e de extrema direita que não queria deixar o poder” em referência a Bolsonaro e seus aliados.

Lula não mencionou sobre o recorde de desmatamento na Amazônia que o Brasil está alcançando em seus 100 dias de mandato.

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Contudo, o presidente não mencionou o fato de ser contrário a CPMI que busca apurar os responsáveis pelo 08 de janeiro, inclusive com negociação de cargos para barrar a CPMI.

Em café com jornalistas na semana passada, Lula disse que o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta (PT), o proibiu de falar sobre Bolsonaro e o senador Sergio Moro (União Brasil-PR), chamados por ele de “a coisa e o coiso”.

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De acordo com o chefe do Executivo federal, é “melhor desistir” se o cenário no governo for de lamúria em relação aos indicadores socioeconômicos. “Ninguém acredita no governo que acorda todo dia [e diz]: ‘Ah o PIB não vai crescer, ah porque a economia não está muito boa, ah porque o FMI disse tal coisa, ah porque o Banco Mundial disse tal coisa, ah porque o mercado financeiro disse tal coisa’. Olha, se a gente for governar pensando nisso, é melhor desistir”, disse o presidente.

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