Alta da Copel é influenciada por ações do STF e Itaú

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Alta da Copel é influenciada por ações do STF e Itaú. As ações da Copel (CPLE6) avançavam 3,49% nesta terça-feira (11), por volta das 12h50, em dia positivo para a Bolsa brasileira.

No mesmo horário, o Ibovespa subia 3,34%, na esteira dos dados da inflação de março. O IPCA acumulou alta de 4,65% em 12 meses, dentro do teto da meta estabelecida pelo CMN para 2023.

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Além do contexto macroeconômico doméstico, outros dois fatores internos da Copel contribuem para o movimento dos investidores com as ações.

Nesta segunda (10), o ministro do STF Ricardo Lewandowski homologou um acordo de conciliação entre o Itaú Unibanco (ITUB4) e o Estado do Paraná envolvendo a elétrica.

O acordo definiu que o governo do estado pagará um total de R$ 1,7 bilhão em três parcelas, valor reduzido em relação ao total de R$ 4,5 bilhões que o banco reivindicava por um crédito dado ao governo paranaense há mais de 20 anos e que tinha as ações da Copel como garantia.

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Com isso, as partes envolvidas resolvem uma questão que, segundo parlamentares da oposição no Paraná, seria um impedimento ao processo de privatização da elétrica.

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Por fim, a Copel conseguiu renovar as concessões de três usinas hidrelétricas por R$ 3,72 bilhões, conforme publicou o Ministério de Minas e Energia e o Ministério da Fazenda no Diário Oficial da União.

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O valor estabelecido na portaria ainda passará pela análise do Tribunal de Contas da União (TCU), segundo informou a elétrica.

A companhia ainda poderá renovar suas concessões hidrelétricas em um processo concomitante a sua privatização, conforme foi definido em decreto publicado no fim do ano passado.

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Re Hunter
Re Hunter
Jornalista especialista em Mercado de Capitais pela Metodista. [email protected]
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