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Deputada americana expõe totalitarismo de Moraes no Brasil no Congresso Americano

Imagem: Youtube

Aconteceu nesta terça-feira 7, a audiência do Comitê de Foreign Affairs do Congresso americano. Vários parlamentares brasileiros estiveram presentes, e as testemunhas que prestaram depoimentos sobre a situação da liberdade de expressão em no país foram os jornalistas Michael Shellenberger e Paulo Figueiredo, além do CEO e fundador da Rumble, Chris Pavlovski, e um petista chamado Fabio de Sa e Silva.

O chairman, congressista republicano Chris Smith, abriu falando da importância da liberdade de expressão no mundo, frisando não se tratar de disputa entre esquerda ou direita, mas sim de um direito fundamental.

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Ele agradeceu o esforço de Elon Musk por defender esta liberdade, mesmo constatando discordar do empresário em várias áreas, por ser um defensor dos sindicatos trabalhistas. Smith citou Cuba como exemplo de um regime que matou faz tempo a liberdade, e mostrou preocupação com os rumos do Brasil hoje.

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Já a deputada pela Flórida, Maria Salazar, mostrou uma imagem de Alexandre de Moraes no ponto alto da audiência, demonstrando espanto com o quadro que tem um condenado por corrupção na Presidência e um “operador totalitário” na Justiça, trabalhando possivelmente a serviço deste corrupto. “Pobre Brasil”, lamentou a congressista. Isso sem ela saber que Alexandre foi funcionário de Alckmin, o vice de Lula, e que este emplacou na Suprema Corte seu advogado pessoal e seu colega de longa jornada comunista que era seu ministro. O grau de promiscuidade no Brasil é impensável para os gringos.

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Entretanto, a audiência revelou a situação no Brasil hoje, onde o Estado de Direito foi substituído por um estado de exceção. Os participantes esquerdistas tentaram levantar cortinas de fumaça, mas quem prestou atenção nos fatos trazidos pelas testemunhas não terá outra conclusão a tirar além desta, que é a triste realidade: a democracia brasileira morreu.

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A audiência também explicita que a democracia brasileira não será salva por um passe de mágica nem do Congresso americano, ou por alguma bala de prata qualquer do Comitê. Mas a pressão externa está aumentando bastante, e isso pode tornar a permanência de Alexandre como totalitário do país insustentável. Haverá consequências para o país e para ele na pessoa física se isso continuar assim. Ainda mais se Trump voltar à Casa Branca.

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