Governo tem record de serviços digitais nos últimos dois anos

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Governo tem record de serviços digitais nos últimos dois anos

Governo tem record de serviços digitais nos últimos dois anos. Já somam mais de 900 serviços do governo federal que estão disponíveis. Contudo, eles podem ser acessados pelo celular, tablet ou computador.

Entretanto, no período da pandemia de covid-19, o governo já digitalizou 345 serviços, com uma média de três novos serviços a cada dois dias, desde março.

Entre eles, estão o auxílio emergencial de R$ 600 e o seguro desemprego do empregado doméstico. No total, desde janeiro de 2019, são 918 serviços que podem ser acessados pelos cidadãos pela internet, segundo dados do Ministério da Economia.

No entanto, de acordo com o secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Luis Felipe Monteiro, o serviço digital é 97% mais barato. “Todo o processamento e análise de pedidos deixam de ser feito por pessoas”, afirma.

Ele aproveitou e exemplificou com o caso do Certificado Internacional de Vacinação. Antes precisava do trabalho de 700 funcionários e hoje é realizado por menos de 100 pessoas.

O secretário, entretanto, aproveitou para explicar que com a digitalização, servidores públicos deixam de fazer atividades operacionais. Como por exemplo, receber formulários e checar dados, e são realocados em outras funções. Passando a emitir parecer ou avaliar um processo.

No entanto, atualmente 60% dos 3,7 mil serviços do governo federal são digitais. A meta é 1 mil serviços digitalizados no biênio 2019-2020 e 100% de digitalização em 2022.

Já para serviços terceirizados, há uma readequação dos contratos, com redução de empregados. “Quando são servidores públicos, o esforço produtivo é deslocado para atividades intensivas em conhecimento e não atividades operacionais”, comentou o secretário.

Segundo Monteiro, o aumento dos serviços digitalizados permite ao governo prestar um atendimento de boa qualidade também ao cidadão que não está incluído. Nossa estratégia não é de substituição de canais, é de complementação. Aquele um quarto da população que hoje não tem acesso, encontra seu serviço de forma mais confortável porque três em cada quatro pessoas migraram para o canal digital”, destacou.

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