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O arroz atingiu o preço mais alto da história no Brasil. A saca do cereal em casca ultrapassou R$ 113 com valorização de 38,5% em 12 meses, de acordo com o Cepea/Esalq.

A alta sentida no campo também refletiu no varejo. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) a valorização no ano, até setembro, já era de 10,8%. Afinal, por que o preço desse alimento básico na mesa dos brasileiros está subindo?

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Mesmo com a pandemia e uma campanha da midia na pandemia sobre o lema “fique em casa a economia a gente vê depois”. O governo na época Bolsonaro, incentivou o plantio no agronegocio, mesmo sendo criticado e chamado de “genocida”. Outra providência também bastante criticada e que contribuiu para o plantio da última safra foi sua viagem para a Rússia antes da guerra entre o país e a Ucrânia com o objetivo de garantir o fornecimento de fertilizantes para o Brasil.

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A tendência é que os preços do cereal se mantenham firmes até o início de 2024, período em que a colheita no Brasil começa, projeta a Cogo Inteligência em Agronegócios. Para o consumidor, ainda há repasses a serem feitos pela indústria.

No campo, com a melhora esperada na rentabilidade do cereal, a área na safra atual subiu e a produção, se o clima contribuir, também deverá ser maior aqui no Brasil. No mundo, há uma grande demanda por arroz e oferta restrita.

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O arroz foi o grão que mais subiu de preços no mercado global nos últimos 12 meses, com alta de 30% em dólares, destaca a Cogo. Isso é fruto da entressafra na América Latina, problemas na produção de países como Índia e Malásia e uma safra não tão grande que está sendo colhida nos Estados Unidos. Ou seja, pela frente devemos ter meses de arroz custando mais caro.

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