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A parceria entre a Mondelez, dona da marca de chocolate Bis, e o influenciador Felipe Neto, parece não estar restrita apenas ao campo comercial, mas também se estende às convicções políticas.

A razão para essa conclusão é que tanto Neto quanto o presidente da Mondelez Brasil (MDLZ34), o executivo Liel Miranda, integram o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, o chamado Conselhão.

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Felipe Neto é um influenciador com grande número de seguidores pelas redes sociais. Entretanto, nos últimos anos tem promovido noticias falsas sobre política e assuntos que criam a divisão entre “nós e eles”, trabalhou para a desmonetização de uma das emissoras mais antigas do país a Jovem Pan. Além de tratar se nenhuma censura de temas não adequados para o público infanto-juvenil, que era seu público original. Vídeo abaixo mostra a linha de trabalho do influenciador.

Nas redes sociais o apelo para o boicote a marca e ao Bis vem crescendo diariamente com hashtags como BisNuncaMais e BisNão

Veja o que a Mondelez diz sobre a escolha.

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O conselhão do Lula

O grupo, composto por mais de 240 integrantes escolhidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem como objetivo, segundo a Secretaria de Relações Institucionais do governo federal, “a discussão de políticas públicas e a proposição de medidas que estimulem o crescimento econômico, o desenvolvimento e a equidade social”.

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Junto de Miranda e Neto, outras personalidades fazem parte do Conselhão de Lula, entre elas os médicos Roberto Kalil Filho e Ludhmila Hajjar; o vice-presidente de Relações Públicas da Huawei para a América Latina, Atílio Rulli; o presidente do Conselho de Administração da Península Participações, Abílio Diniz; e o líder indígena Davi Kopenawa Yanomami.

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O primeiro encontro do grupo aconteceu em maio deste ano, em Brasília. O Conselhão marcou as primeiras gestões petistas e tinha sido extinto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Com a volta, Lula trouxe diversos nomes com claro alinhamento ideológico a ele, como, por exemplo, o advogado Marco Aurélio Carvalho, fundador da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia e do Grupo Prerrogativas.

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