Com mais de 1,6 bilhões de estudantes fora da escola desigualdade social deve ser recorde

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Com mais de 1,6 bilhões de estudantes fora da escola desigualdade social deve ser recorde

Com mais de 1,6 bilhões de estudantes fora da escola desigualdade social deve ser recorde, a informação é do Banco Mundial. A atual geração de estudantes corre risco de perder 10 trilhões de dólares em renda ao longo do tempo devido ao fechamento de escolas por causa da pandemia.

Contudo, a estimativa tem como base escolas fechadas por cinco meses, segundo relatório publicado pelo Banco Mundial nesta semana. Existe a preocupação de que a combinação de estar fora da escola e da perda de meios de subsistência da família causada pela Covid-19 também possa tornar garotas particularmente vulneráveis. Piorando ainda mais a exclusão e a desigualdade, especialmente para pessoas com deficiência e outros grupos marginalizados, informou o Banco Mundial.

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Os estudantes que estão sem aula terão ainda menos condições de no futuro concorrer com aqueles que tiveram suas oportunidades de estudo asseguradas neste período de pandemia. O que certamente causará inúmeros reflexos negativos aos países. Mão de obra ainda menos qualificada, conseguente necessidade de ajuda financeira do governo.

No entanto, estima-se que cerca de 7 milhões de estudantes podem abandonar a escola primária e secundária como resultado do choque de renda da pandemia, disse o banco de desenvolvimento.

Em contrapartida, o banco de desenvolvimento pediu a adoção de estratégias de aprendizado remoto para garantir a continuidade dos estudos durante o fechamento das escolas. Inclusive por meio da tecnologia, e pediu a governos a tomada de medidas para reabrir escolas com segurança de acordo com a situação de saúde de cada país.

Entretanto, o Banco Mundial afirmou que a economia global deve registrar a pior retração neste ano desde a Segunda Guerra Mundial. A estimativa é a que que o PIB de países emergentes encolha pela primeira vez em pelo menos seis décadas, reduzindo a renda e deixando milhões de pessoas na pobreza.

No Brasil os reflexos não serão maiores devido ao grande número de alunos nas escolas particulares, que continuam seus estudos normalmente.

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